domingo, 24 de abril de 2016



Olá amigos,


Como sabem, sou andreense, casado, advogado e tenho 33 anos.

Nunca disputei eleições, nem aceitei ocupar cargos públicos, mas  desde jovem sempre tive um grande desejo de contribuir com a melhoria da qualidade de vida de nossa população.


Ao longo de minha vida, além das atividades profissionais de advogado, palestrante e apresentador de Programa de TV,  já exerci diversos cargos voluntários, como Presidente de Rotaract, da Comissão de Cidadania da OAB e cumpri mandato como membro do Conselho Fiscal da Fundação de Santo André, funções estas que me deram a experiência necessária para entender os problemas enfrentados pela população e o quais os caminhos para a melhoria da atual situação.


O nosso país está passando por uma grande transformação na área pública, abrindo-se oportunidades para que novas lideranças surjam, pautando seu trabalho na ética e na capacidade profissional, bem como num projeto focado em trazer um futuro melhor para toda a população.


Nas experiências que tive na minha atuação profissional, percebi que o vereador infelizmente é um cargo pouco valorizado e mal-utilizado. Se o vereador exercesse de fato o seu papel com eficiência, muitos problemas que hoje enfrentamos na cidade, com toda certeza já teriam sido resolvidos.


Acredito que é fundamental que o serviço público seja mais eficiente e de qualidade, para que os impostos pagos sejam  cada vez melhor aproveitados (mais eficiência, com menos impostos).


Pretendo pautar meu trabalho em conceitos inovadores e pensando no futuro, seguindo as seguintes linhas de atuação:



1) Educação de qualidade, valorizando o mérito e as busca para o reconhecido em padrões utilizados nos países desenvolvidos (PISA);


2) Mobilidade urbana, discutindo propostas para soluções de transporte e acompanhando os gastos públicos para evitar desperdício de recursos;


3) Projetos focados no uso da tecnologia para melhorar a qualidade de vida na cidade, tal como ocorre em vários países do mundo;


4) Incentivo para o retorno e a criação de novas empresas na cidade, para recuperar os empregos perdidos e gerar novos postos de trabalho.


5) Transparência total nos trabalhos desenvolvidos, com envio de prestação de contas da atuação aos munícipes;


Por isso tudo isso, sou pré-candidato a vereador em Santo André, acreditando que com a bagagem que acumulei e por não ter qualquer vício da política, posso contribuir para a melhoria da qualidade de vida de nossa cidade.



Agradeço a todos que nos acompanham neste trajetória.

Um grande abraço


William Lago


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

NOVAS IDEIAS PARA UMA NOVA CIDADE



As reclamações em nossa cidade de Santo André são inúmeras que vão desde o trânsito caótico, asfalto esburacado, um sistema de saúde ruim e até mesmo a total falta de segurança.

Além dos  problemas que já estamos acostumados, que não temos mais esperança de solução, novos entraves surgem decorrentes da crise econômica que gerou um alto endividamento da sociedade e um estrangulamento da capacidade de compra das pessoas, com a alta de inflação, falta de crescimento econômico e com a triste perda de diversos empregos.

A forma tradicional da administração pública não tem sido capaz de resolver os problemas graves que enfrentamos cotidianamente. Basta observar que todas as vezes em que as contas apertam, aumentam-se os impostos para equilibrar o orçamento público, ainda que tal situação só venha a gerar ainda mais recessão econômica.

É difícil observar  uma luz no fim do túnel, pois os agentes públicos em exercício não tem metas de médio e longo prazo para solucionar os problemas que há anos somos obrigados a conviver.

É preciso que exista, então, um compromisso claro com metas de médio e longo prazo, para que seja possível a avaliação do sucesso ou fracasso de uma administração, pois quem não sabe para onde quer ir, não pode chegar a lugar algum.

A partir de 2016, o Poder Público deverá assumir um compromisso claro e transparente com a redução de despesas, fechando o cerco ao desperdício de dinheiro público.

A prefeitura deverá gastar cada vez menos dinheiro com cargos comissionados e burocracia e mais com obras, investimentos, infraestrutura e na melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados (saúde, educação, etc).

Os impostos municipais devem ser simplificados e reduzidos, visando atrair novas empresas e empregos à cidade. A abertura de empresas deve ser um processo fácil e a concessão de autorizações de funcionamento um procedimento cada vez menos burocrático.

A legislação municipal deve ser simples de se cumprir, para evitar que os empregadores e munícipes sejam  chantageados e extorquidos pelos agentes de fiscalização, nas situações em que o cumprimento da lei é absolutamente impossível.

Chegou o momento de assumirmos um compromisso com uma nova cidade, na qual o Governo Municipal não será mais um inimigo que atrapalha a vida dos empregadores e munícipes, mas sim um parceiro capaz de permitir que a cidade seja eficiente, atrativa para a criação de empresas e com qualidade de vida para todos.





segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A DILMA DEVE RENUNCIAR

A proposta de aumentar impostos, por parte do Governo, para tentar cobrir o rombo de quase 30 bilhões de reais no orçamento do ano de 2016, só vem confirmar o que já há tempos sabíamos: O Governo Dilma perdeu completamente o rumo!

O Governo Dilma, que está em total descrédito perante a sociedade, não é capaz de praticar qualquer sinalização visando reconquistar o respeito do povo brasileiro. Ao contrário disso, está desesperadamente empurrando a conta de sua incompetência aos cidadãos brasileiros, por meio do aumento de imposto, taxas e tarifas públicas.

O resultado disso é o mais óbvio possível: demissões, desemprego, inflação e falta de investimento no Brasil. O Governo fica mais pesado e custoso, enquanto a população faz um esforço enorme para reduzir seus gastos e tentar sobreviver.

O maior e mais grave dos problemas é que, ainda que a Presidente Dilma tivesse interesse em tomar as corretas medidas, no sentido de proporcionar ao País uma guinada de 180° em sua política econômica, não teria apoio do Congresso, nem mesmo da população para fazer as reformas fundamentais e necessárias para o bem do nosso povo, pois não tem mais capital político e credibilidade para gastar.

Por conta disso, não há saída digna para o País e para o Governo, senão a renúncia da Presidente Dilma Rousseff!

Com a renúncia, a Presidente Dilma poderia sair por cima, pedindo desculpas à população pelos graves erros cometidos e pelas mentiras contadas na campanha, demonstrando que o seu objetivo é permitir que o País inicie as reformas necessárias para sair da grave crise financeira que hoje nos encontramos.

Sob uma nova liderança haveria espaço para a discussão de reformas de redução do tamanho do Estado, simplificação do sistema tributário, redução de impostos e melhoria da eficiência do setor público. A médio prazo a crise poderia ser superada e sairíamos fortalecidos deste momento de dificuldade.

Não há dúvida, porém, que com a Dilma na linha de frente do Governo não haverá espaço para se iniciar a preparação para o futuro e teremos o agravamento da crise com a inercia de medidas, enquanto a Presidente agonizará no Poder até o final de seu mandato.

É hora, então, de deixar o ego de lado e pensar no que é melhor para o País, antes que seja tarde demais.


domingo, 19 de julho de 2015

É HORA DE AVANÇAR NA EFICIÊNCIA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS



Temos ouvido recentemente muitas notícias ruins sobre o Brasil, envolvendo a crise economia, a imoralidade na política e o desperdício de bilhões de reais jogados no ralo da incompetência administrativa e da corrupção. A esperança de um futuro melhor acaba dando espaço para uma sensação de indignação e de vontade de jogar tudo para o alto e ir embora do Brasil.


Ao se deparar com as dificuldades de viver aqui e ganhar dinheiro, bem como com as facilidades de se gastar, por conta do alto custo de vida e dos altíssimos impostos, acreditamos que o melhor mesmo seria deixar o país.

Se observamos, porém, a história do Brasil, notamos que jamais tivemos tamanha participação e engajamento na política, o que nos leva a crer que há real esperança de dias melhores.


Após termos vencido a inflação no passado, o Brasil experimentou as condições necessárias para crescer e desenvolver, pois com a economia estável e o Estado sanado, o País tinha as condições estratégicas para ser preparado para o desenvolvimento.

Um planejamento estratégico com incremento de uma educação de qualidade, investimento em ciência, tecnológica e infraestrutura, além da simplificação do sistema tributário, teriam permitido uma condição de progresso muito superior a que estamos atualmente vivenciando. Infelizmente devido a prevalência de maus Governos que se preocuparam exclusivamente com um projeto de Poder e não de desenvolvimento, o Brasil não foi preparado para o futuro e está vivendo hoje às consequências da falta de enfrentamento de nossos problemas estruturais.


De qualquer forma a enorme crise em que vivemos pode ser aproveitada como ensinamento para o futuro e para o aprimoramento da cidadania brasileira, pois nos tornamos mais intolerantes ao mal feito, ao desperdício e a corrupção, sabendo que os erros cometidos pelo Governo afetam diretamente a nossa vida.  


É bem verdade que no passado não fomos tão criteriosos nas escolhas que fizemos nas eleições. Elegemos humoristas, palhaços e pessoas que, por mais boa vontade que eventualmente tivessem, não mantinham condições mínimas de oferecer eficiência na prestação do serviço público.  


Chegou o momento, então, de iniciarmos um processo de melhoria de qualidade da administração pública, exigindo eficiência na prestação dos serviços públicos, que deverão resultar cada vez mais em qualidade.  


Não podemos mais tolerar pagar os mais altos impostos do mundo e ter um sistema de saúde e educação ruins e infraestrutura precária, com o dinheiro público sendo desperdiçado no ralo da corrupção. Serviço público tem de ser de excelência, sob pena do gestor público ser avaliado como incompetente. Fica cada vez mais claro que o problema do Brasil não é dinheiro, mas sim a falta de eficiência na forma de gastá-lo.


Para tanto, teremos de profissionalizar os serviços públicos, escolhendo como gestores públicos os mais notáveis, capazes e comprometidos com o futuro do país, seja no âmbito do legislativo (vereadores, deputados, senadores), tal como no Executivo (Prefeitos, Governadores, Presidente). O nível de exigência deve ser cada vez maior.


A hora é de avançar, pois nunca tivemos uma oportunidade tão grande de construir um país limpo, ético e com eficiência nos serviços públicos prestados.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

OAB SANTO ANDRÉ ESTA AO LADO DA MORALIDADE PÚBLICA

Com as manifestações ocorridas em todo o país, fica claro que a população não está mais acomodada com os diversos problemas enfrentados no Brasil.

O povo brasileiro num momento histórico vai as ruas exigir a realização de reformas que permitam o acesso à educação e saúde de qualidade, infraestrutura e segurança pública. Além disso, anseia por uma nova forma de conduta, em que a sociedade como um todo, em especial a classe política, passe a adotar um padrão ético muito mais rígido.

Esperava-se que os políticos tivessem a sensibilidade necessária para promover as medidas que permitam a transposição dos obstáculos que impedem o verdadeiro progresso e que permitam que o país, além de se desenvolver economicamente, proporcione excelentes serviços públicos e oportunidades igualitárias de acesso a uma vida com qualidade.

Sem dúvidas a população brasileira passou a compreender que a democracia é um processo participativo e em constante aperfeiçoamento, no qual todos têm parcela de responsabilidade pelos acertos e erros que vierem a ocorrer, motivo pelo qual é primordial a constante cobrança e acompanhamento dos trabalhos da classe política. 

Como a moralidade pública é um pilar essencial para que se concretizem as transformações que tanto desejamos em nosso país, a OAB de Santo André, na condição de instituição que defende os valores e direitos garantidos pela Constituição Federal, não poderia deixar de manifestar o seu apoio irrestrito a aprovação do Projeto de Lei Municipal tal como o “Ficha Limpa”, o qual, com certeza, ajudaria a eliminar pessoas que não deveriam participar da administração de nossa cidade.

Nosso Presidente Dr. Fábio Picarelli tem feito um exímio trabalho na luta pela moralização da política na cidade, apoiando e promovendo inúmeras medidas importantes, tais como a criação do Observatório da Cidadania, que é uma comissão que tem por objetivo principal fiscalizar os gastos públicos no Município de Santo André.

A OAB de Santo André, por meio dos advogados que dela participam, continuará ao lado da democracia e da moralidade pública, lutando juntamente com a população na busca por um país justo, ético, no qual a população possa usufruir de serviços públicos com excelência em termos de qualidade.

sábado, 29 de junho de 2013

É PRECISO OLHAR PARA FRENTE PARA EVITAR OS ERROS DO PASSADO

Acaba de ser publicada uma pesquisa de opinião sobre a Presidente Dilma, que demonstra uma insatisfação generalizada com a sua administração a frente do Poder Executivo Nacional.

Com a popularidade da Presidente em grande queda nos quatro cantos do País, ouve-se comentários sobre uma suposta movimentação do Ex-Presidente Lula visando concorrer novamente ao cargo de Presidente da República, como uma forma de manter o PT no Poder por mais quatro anos.

Tal possibilidade é no mínimo intrigante, pois o País inteiro vai às ruas para exigir reformas, por não aguentar mais a mesmice da política, a falta de transformação e é preciso reconhecer que parte do motivo desta insatisfação, se observarmos com critérios, é culpa do Ex-Presidente Lula.

Na administração de Lula observamos o aumento excessivo no número de Ministérios e cargos comissionados, a ineficiência na prestação de serviços públicos, a descoberta do maior esquema de corrupção da história do País, a falta de capacidade de investimento do governo e praticamente nenhuma evolução no sistema educacional, de saúde e na infraestrutura do País.

É preciso lembrar que por um grande período do mandato, Lula teve uma maioria avassaladora no Congresso e, ainda, mais de 80% de aprovação popular, condições políticas estas lhe que permitiriam, desde que houvesse vontade, realizar  qualquer reforma necessária para o desenvolvimento do País (reforma política, reforma tributária, reforma educacional, reforma do sistema de saúde).

Ao invés de investir nas reformas necessárias, o Ex-Presidente optou por gastar todo esse “capital” na eleição de sua sucessora, a   Ministra Chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, demonstrando assim o compromisso exclusivo com o Projeto de Poder e não com os objetivos e necessidades do País.

Devemos ser críticos, então, e reconhecer que se a Presidente Dilma não faz um bom mandato é responsabilidade do Lula, pois foi ele quem a indicou. E se o desempenho dela é ruim pela falta de reformas, é culpa do Lula também, pois foi ele que optou por não fazê-las.

O Lula não é a solução para a insatisfação do povo brasileiro! Ele é, na verdade, uma das causas da enorme indignação popular.

É preciso olhar para frente e aprender com os erros, para não cairmos mais nas armadilhas do passado e responsabilizar, não premiar, aqueles que são os verdadeiros culpados pelos gravíssimos problemas que hoje enfrentamos.


terça-feira, 30 de abril de 2013

PODER LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO: INDEPENDÊNCIA OU MORTE

Muito tem se falado nos últimos dias que existe uma crise entre os Poderes no Brasil, em especial entre o Legislativo e o Judiciário.
Tal conflito teria se iniciado com a rápida aprovação na Câmara dos Deputados, de um projeto de lei que tem como objetivo prejudicar a viabilidade política do partido que está sendo criado por Marina Silva.
Por entender que o Projeto de Lei é “oportunista”, o Ministro do STF Gilmar Mendes determinou a suspensão da votação do projeto no Senado, fazendo surgir inúmeras acusações de que o Judiciário estaria se metendo em tramitações que seriam pertinentes apenas ao Poder Legislativo.
A verdade é que o Poder Judiciário brasileiro há anos não tem se conformado em exercer estritamente a sua função de interpretar Leis, tendo, por muitas vezes, criado regras que não estão previstas na legislação, o que, por melhor que sejam as intenções, gera insegurança jurídica e desequilíbrio entre os Poderes.
Como a sociedade brasileira, em sua maioria, não se vê representada pelas ações do Poder Legislativo e não observa neste respostas aos conflitos sociais, o Judiciário se sente no direito de atuar de forma mais ativa, extrapolando os limites de sua função de julgador.
Apesar do desprestígio e da insatisfação do povo brasileiro com o Poder Legislativo, cabe salientar que este é fundamental para qualquer democracia, pois é o poder que mais têm capacidade de espelhar os diversos grupos, idéias e pensamentos existentes na sociedade e, por estar mais próximo do povo, acaba se sujeitando de forma mais direta a pressão popular.
É preciso, então, que o Poder Legislativo trabalhe para se legitimar perante a população, para que esta saiba que poderá procurar nele as respostas aos principais interesses coletivos e cobrar que exerça bem o seu papel de legislar e fiscalizar o Poder Executivo. E ao Poder Judiciário caberá à função exclusiva de servir de meio para a solução de conflitos, utilizando como instrumento às regras criadas pelo Poder Legislativo.
Havendo respeito entre Poderes no exercício de suas funções e pressão da sociedade sobre os Parlamentares, não haverá crise, pois a separação entre eles funcionará em perfeito equilíbrio, independência e em consonância com o principal objetivo do Poder Público, que é buscar o bem comum.             

sexta-feira, 8 de março de 2013

DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO



Acho interessante como no Brasil, que é um país que costuma ser exemplo de tolerância,  estar vivendo um momento histórico que poderíamos chamar de “Ditadura do politicamente correto”.

 Muitos vêm a público para fazer o discurso fácil e populista, atacando pessoas que pensam diferente com relação a temas como o casamento de pessoas do mesmo sexo, divisão de royalties, liberdade de culto, como se o direito de pensar e se expressar fosse um verdadeiro pecado.


Não estou dizendo que é justo e correto alguém praticar ofensas, mas vejo que a  indignação da sociedade NÃO é com o conteúdo do que se fala e SIM COM O DIREITO DE SE FALAR.


A liberdade de expressão é uma garantia Constitucional conquistada com grande dificuldade, depois de um longo período de ditadura e deveria ser mais valorizada pela sociedade brasileira. 

É óbvio que a liberdade de expressão não exclui a garantida do ofendido de buscar a reparação na Justiça, caso haja alguma ilegalidade no pronunciamento.


Seria tão bom se tivéssemos debatendo sobre os temas relevantes, ao invés de criticar o direito das pessoas de pensar de forma diferente, pois o pensamento diferente é que nos permite melhorar, evoluir e amadurecer.